Ela prometeu não se entregar. Ele prometeu não seduzi-la. Nenhum dos dois cumpriu.
Londres, 1858. Após anos reclusa em um convento francês, Marianne Montrose regressa à Inglaterra como herdeira de uma fortuna.
Nathaniel Howard, célebre por desafiar convenções e colecionar amantes, vê-se obrigado a assumir o papel de guardião de uma dama de olhos de tempestade e opiniões afiadas demais para sua paz de espírito.
Entre bailes, escândalos e beijos que jamais deveriam acontecer, Nobres Intenções revela que a honra pode até usar gravata, mas o desejo não se curva à etiqueta.
Já li um outro livro dessa autora. A duquesa de Devon, que falei aqui e confesso que gostei muito, tanto da história quanto do desenrolar da mesma.
Esse segundas intenções eu gostei também, porque como eu disse, a escrita é muito boa. Mas confesso que se estendeu em demasia, poderia ter tido algumas páginas a menos.
Tudo começa com uma desgraça, meio explícita meio implicitamente contada. E tudo começa a partir daí....
Um tempo se passa e Marianne já é uma mulher prestes a ser apresentada a sociedade em busca de um marido, que é o que as mulheres daquela época faziam: procurar um marido, porque isso era tudo o que tinham, já que não estudavam em faculdades, não podiam trabalhar. Eram educadas para serem donas de casa. Enfim.....
Gosto da interação do Lorde Arundel, que tentou ajudar a pobre menina de alguma forma. E no começo achei que todos da família meio que iriam se tornar "alcoviteiros", mas não foi isso que aconteceu...triste, teria sido divertido...
Esse post estava aqui no rascunho desde então, li nem lembro mais quando. Só lembrei dele porque o segundo volume já está na Amazon, estou pensando seriamente se vale a pena....Como eu disse, poderia ter sido um pouco menor, não gosto muito de enrolação...Vamos ver!


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