Tem umas músicas que eu amo, não tem explicação e essa é uma delas! Embora não pareça eu amo samba, mas samba desses bem antigos, da época da Alcione, por exemplo....esses sambas assim...eheheheheh.....E essa música do Almir Guineto exalta a tradição do samba.
Caxambu valoriza o jongo, que é também conhecido como caxambu, uma expressão fundamental da cultura afro-brasileira. A letra da música mistura elementos rituais e do dia a dia, como na saudação “Saravá, jongo, saravá” e no pedido “Dona Celestina, me dá água pra beber”, mostrando que a dança é tanto um momento espiritual quanto de convivência comunitária.
O verso “Engoma, meu filho, que eu quero ver você rodar até o amanhecer” reforça a energia contagiante e a entrega dos participantes, incentivando a dança e a música até o amanhecer, algo típico das rodas de jongo. Eu pelo menos quando estou ouvindo sinto vontade de rodar como se fosse numa roda de samba que eu nem nunca nem fui ahahahahahaha
Enfim, acho a música contagiante! ✨
A repetição de “O tambor tá batendo é pra valer / É na palma da mão que eu quero ver” destaca a importância dos tambores e das palmas, essenciais para criar o ritmo e envolver todos na festa.
A imagem do “caldeirão sem fundo ferver” funciona como metáfora para a intensidade e a continuidade da celebração, sugerindo que a energia do jongo é inesgotável. Ao citar o galo cantando e o sino da igreja à meia-noite, a música conecta o ritual do jongo ao cotidiano das comunidades, mostrando como tradição e vida comum se misturam.
Por fim Caxambu celebra a força coletiva, a ancestralidade e a alegria das manifestações populares brasileiras.
Se nunca ouviu, escute! Você não vai se arrepender não....

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