LEITURA FINALIZADA: Amar com Fraternidade (As Damas do Café Livro 3)

Brasil Império (1875-1877)


Um duque português assombrado pelo passado. Uma brasileira muito à frente de seu tempo.

Dom Miguel de Noronha, o décimo duque de Santarém, é frio, altamente racional e acostumado a controlar cada variável da vida com precisão matemática. Avesso aos impulsos do coração, ele vê todas as suas certezas ruírem quando descobre a traição da noiva na semana do casamento. Ferido, ele abandona tudo em Portugal para recomeçar no Brasil como engenheiro ferroviário.

Helena de Sá Barreto, por outro lado, é tudo aquilo que Miguel não consegue compreender. Filha caçula de um poderoso barão do café, ela é sonhadora, falante, apaixonada por livros e constantemente subestimada pela sociedade. Enquanto suas irmãs já construíram suas próprias histórias de amor, Helena teme que seu destino seja apenas assistir à felicidade alheia.

Um encontro desastrado aproxima os dois e rende a Helena um privilégio inesperado: visitas clandestinas à biblioteca do duque. O que deveria ser apenas uma troca inocente de livros transforma-se em um perigoso jogo de provocações. À medida que se veem envolvidos nas atividades de um jornal abolicionista clandestino e em uma perigosa rede de tráfico de diamantes, a barreira do autocontrole de Miguel começa a ruir diante do toque suave, da energia radiante e do inconfundível aroma de lavanda que anuncia a presença de Helena.

Amar com Fraternidade é o emocionante desfecho da trilogia As Damas do Café. Um romance histórico que combina humor, paixão, mistério e conspirações políticas para mostrar que há sentimentos que nem a lógica, nem os cálculos mais precisos conseguem explicar.

Eu não li os outros dois primeiros, esse caiu no meu colo do nada....Acho que foi no Encha seu Kindle, eu vendo muitos e muitos livros para ver o que eu ia pegar. 

E digo, foi uma grata surpresa! Fiquei até com vontade de ler os dois primeiros, das outras duas irmãs. Parecem super interessantes, os maridos e as irmãs. 

Eu fiquei apaixonada pelo Conde e adorei a escolha dos nomes Miguel e Helena, isso soou tão bem, todo o tempo me lembro dos romances de Manoel Carlos, o novelista da Globo que sempre tinha sua Helena como protagonista. Helena é sempre forte, sempre maravilhosa, em todos os aspectos!

A história não me soou falsa e eles foram pouco a pouco da amizade ao amor aos livros a um amor genuíno construído com pequenas delicadezas. Tanto que quando acabei de ler li de novo as partes românticas que fiquem suspirando. 

Recomendo, vale a pena! Um romance bom é sempre um romance bom! A única coisa que não gostei foram as capas, não achei feias, achei estranhas. Mas como dizem "não julgar um livro pela capa"....Enfim....Quando ler os outros volto para contar.

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